segunda-feira, 20 de junho de 2011

Acredite e si mesmo...

Não importa o que é o mundo,
o importante, são os seus sonhos.

Não importa o que você é,
o importante é o que você quer ser.
Não importa onde você está,
importa para onde você quer ir.
Não importa o porquê,
o importante é o querer.
Não importam suas mágoas,
o importante mesmo são suas alegrias.
Não importa o que já passou.
O passado?
Guarde na sua lembrança.
Nunca pense em julgar.
Não veja, apenas olhe.

Não escute, apenas ouça.
Não toque, sinta.

Acredite naquilo que quiser.
E, não adianta sonhar,
se você não lutar.

O mundo é um espelho.

Não seja só o seu reflexo
só acreditando num futuro.
Você conseguirá a paz
para alcançar seus sonhos.

Afinal, o que importa?
Você!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Tempo

O tempo corre mais depressa do que percebemos, mas talvez uma das boas bênçãos da vida seja o passar consistente e silencioso do tempo. Ele vai transpondo nossa existência e nem sempre nos damos conta disso, pois podemos estar acometidos de uma falsa sensação de segurança, acreditando ter mais tempo do que precisamos para alcançar. Com frequência, somos levados pelo desejo de ter agora as coisas que desejamos.
Aí nos encontramos ansiosos pelas coisas que queremos na vida e que parecem, na ocasião, importantíssimas.
A falta de paciência e a ausência de autocontrole são, talvez, a maior razão pela qual as coisas não sejam conseguidas como almejamos. “Com paciência – diz um provérbio chinês – uma folha de cerejeira se torna um vestido de seda”.
O tempo é um dos fatores mais misteriosos de nossa vida, mas cheio de mudanças. Quando estamos felizes e nos divertindo, ele parece fugir. Quando estamos infelizes ou solitários, o tempo parece quase arrastar-se, segundo por segundo.
Sempre acharemos, porém, que o tempo é bom para nós quando formos bons para o tempo. Temos de utilizá-lo para a realização de coisas importantes, derivadas das metas que estabelecemos, dos hábitos que formamos e amizades que cultivamos.


Nem sempre é possível controlar integralmente nosso tempo. Existem momentos inevitáveis e longos, quando temos de levar notícias tristes, quando estamos separados do que estimamos ou quando planos importantes são colocados de lado. Mas mesmo esses momentos podem ter importância se formos bons para o tempo. Há tempo melhor do que aquele em que se lê um bom livro ou se conversa com Deus?
Inevitavelmente, o tempo também voa. Para alguns, ele simplesmente desaparece sem deixar vestígios. Para outros, quando ele se vai, permanecem monumentos.
Antônio Francisco Bohn

O dom...

Para ser mulher é preciso ter nascido mulher!!! (alguns acham que não!!!). Capacitada pela natureza com qualidades ímpares, a mulher se torna através dos ensinamentos da vida este ser humano maravilhoso que conhecemos e que felizmente temos a felicidade de desfrutar de sua graça, inteligência, beleza, garra, capacidade incomum de amar, sensibilidade, companhia, e por seu intermédio perpetuar a nossa espécie.
Após milênios do prevalecimento da força bruta como autoridade, exercida na sua quase totalidade pelo homem, vocês queridas mu-lheres foram obrigadas a desenvolver a inteligência, a sedução, a sensibilidade, a persistência e tantas outras qualidades que vocês usam com maestria.
Felizmente nos últimos séculos, o equilíbrio de forças e a evolução da organização social, fez com que merecidamente, as mulheres vissem o seu direito de igualdade sendo reconhecido, e sendo conquistado pouco a pouco.
Ainda há muita coisa a fazer e a conquistar e em algumas partes do mundo ainda estamos na pré-história. Tenho a certeza de que as qualidades da alma feminina jamais se curvarão diante das injustiças. O dom do amor de mãe que existe em cada uma, certamente não permitirá retrocessos.
Parabéns pelo seu dia e a humanidade agradece ao Criador a criação de um ser tão extraordinário.
Mulheres e homens tem a missão de juntos caminhar na mesma direção e através de seus atos, tornar este mundo melhor. ‘‘É IMPOSSÍVEL SER FELIZ SOZINHO!’’

Carlos Dalla Costa - Engenheiro/Empresário e Presidente do Ciarev - Cianorte - PR

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Algumas coisas pra fazer enquanto está vivo....

CAMINHAR DE MÃOS DADAS- Marcial Salaverry




 
Acredito que não existe nada mais sincero que "caminhar de mãos dadas", seja no sentido lato da palavra, ou seja, você caminhar com seu parceiro (a) de mãos dadas, quer seja pela rua, ou pela vida...Nada mais lindo...Ou, no sentido figurado, quer dizer, você estar sempre pronto para "caminhar de mãos dadas" com uma pessoa amiga, ajudando-a no mais amplo sentido da palavra (uma ajuda moral, ouvindo um desabafo que seja...) ou socorrendo numa necessidade. 
Enfim, existe algo mais lindo do que um casal de idosos que, após caminhar pela vida inteira lado a lado, de mãos dadas, ainda continua a fazê-lo, num bucólico passeio em uma praça, ou uma praia? 
É importante aprendermos o valor que representa o calor das "mãos dadas". 
Existe algo mais bacana do que você simplesmente ouvir o desabafo de uma pessoa amiga?  Se tiver algo a dizer para ajudar ou consolar, faça-o, se nada puder fazer, só o ato de ouvir, já valeu a pena...
E que dizer, então, do milagre da Internet, que nos possibilita reatar laços perdidos no tempo, possibilitando uma comunicação com pessoas que já julgávamos irremediàvelmente afastadas...
Essa é a real beleza e o real sentido do "caminhar de mãos dadas", e podemos faze-lo materialmente ao lado de alguem cuja companhia nos é agradável, como espiritualmente, com as almas fazendo essa caminhada de mãos dadas em etérea ligação.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A decisão está em tuas mãos.

Há quase dois mil anos, havia em uma cidade duas escolas, dirigidas por dois sábios de renome: Hilel e Shamai. Ambas eram exigentes e de grande prestígio, e seus alunos eram considerados por todos como uma elite muito diferenciada.
O problema é que havia entre as escolas uma notável rivalidade, e seus alunos, a cada oportunidade que tinham, faziam todo o possível para desprestigiar os outros.
Um dia, os alunos de Shamai pensaram em um modo de inferiorizar os da outra escola. O objetivo era humilhar o sábio Hilel. Para isso, eles arquitetaram um simples estratagema: caçariam uma borboleta e um dos alunos a levaria escondida dentro das mãos à casa de Hilel para perguntar-lhe se ela estava viva ou morta. Caso o sábio respondesse que a borboleta estava viva, o garoto apertaria levemente as palmas das mãos e mostraria que estava morta. Se a resposta fosse que a borboleta estava morta, abriria as mãos e a deixaria voar, provando o contrário.
O plano parecia perfeito. Então, caçaram a borboleta e um dos alunos de Shamai a colocou em suas mãos. Aproximaram-se da casa de Hilel, bateram em sua porta e o sábio perguntou:
– O que os traz aqui?
– Queremos saber o quão sábio você é – responderam os alunos.
– E como o comprovarão? – retrucou Hilel
– Faremos uma pergunta. Essa borboleta que tenho em minhas mãos está viva ou morta? – indagou um dos garotos.
Hilel os olhou devagar e, já percebendo o truque, respondeu:
– A decisão está em tuas mãos.



Essa pequena história serve para refletirmos sobre o risco que todos temos ao querer transformar a realidade segundo o próprio interesse de cada momento.
Por exemplo, quando não simpatizamos com alguém, parece que, precipitadamente, apontamos erros em qualquer coisa que essa pessoa diga ou faça. Quando nos predispomos contra alguém, parece que estamos esperando para conhecer seus desejos e nos opormos a eles, ou ouvir suas idéias e logo criticá-las. Provavelmente, no que se refere a outras coisas somos mais conscientes, mas no contexto em questão somos impetuosos e não costumamos necessitar de muitas averiguações para interpretar a nosso bel-prazer as atitudes de nossos antipatizantes.





 O problema, entretanto, não está propriamente no defeito do pré-julgamento, mas, sobretudo, na dificuldade em reconhecê-lo e adverti-lo. Se formos honrados, temos que admitir que, eventualmente, evidências posteriores desmentem nossas suposições iniciais e demonstram que, na realidade, as más intenções estavam nas nossas equivocadas intuições. Caso isso nos aconteça com freqüência, temos que recordar, como fez Hilel, que a decisão de superar isso é nossa e que não podemos manipular nosso ambiente de relacionamentos adotando como base julgamentos precipitados.   


Todos temos que nos esforçar para não fazer uma leitura da realidade inspirada naquilo que nos é conveniente ou em nossa teimosia. Não devemos nos deixar levar pela sensação de sermos juízes de tudo. Ao contrário, devemos ser buscadores da verdade, tanto nos momentos em que ela nos convém quanto naqueles em que nos incomoda.

Afinal... Quem gosta de ser enganado? E de se auto-enganar???